TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade

O TDAH é um transtorno neurobiológico que atinge varias partes do cérebro, geralmente causa falta de atenção, desinteresse, inquietude, impulsividade.

Estudos científicos apontam que a área mais atingida por esse transtorno é a região frontal e suas ligações com o resto do cérebro.

Existem pesquisas por todo o mundo, onde procuram saber a causa do desenvolvimento de TDHA, as pesquisam apontaram que a hereditariedade é uma das causas que podem fazer com que a criança desenvolva esse transtorno.

Outras causas como o que é ingerido durante a gravidez, sofrimento fetal (algumas pesquisas apontam que mulheres que tiveram algum problema na gravidez terá um aumento de chance do bebe desenvolver o TDAH), problemas familiares, e até mesmo a exposição ao chumbo poderá causar no bebe a probabilidade maior de desenvolver esse transtorno.

Sintomas
Os sintomas podem ser identificados na infância, o primeiro diagnostico, geralmente é feito nas escolas, onde os profissionais da educação identificam a falta de interesse expressiva da criança, falta de atenção nas atividades desenvolvidas nas escolas, inquietude e a impulsividade.

Ajuda para criancas com deficit

Após o primeiro diagnostico é aconselhável que a criança passe por um especialista para que esse possa passar o tratamento mais adequado para aquela criança.

TDAH Tem cura?
Por não ser considerada uma doença e sim um transtorno, o Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade não tem cura, apenas tratamento. Este tratamento é possível através de ajudas como:

Psicólogos;
Psicopedagogos;
Psiquiatras;
Pedagogos;
Entre outros.
Hoje com o avanço tecnológico e da medicina pode se observar diversas formas de tratamentos para que o transtorno não se desenvolva tanto, e assim a criança ou adulto possam levar uma vida normal tanto quanto o possível.

(Ricardo Spinoza – fundador do Saúde Mental)

A Ansiedade e a Terapia Cognitivo Comportamental

A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, arrepios de frio, dificuldade em se concentrar, fadiga, entre outros.

Apesar de aparecer em diferentes contextos e às vezes de modo bastante específico, como nos transtornos ansiosos, ela pode estar ali, conosco, quando encaramos a falta de controle e a possibilidade de não aceitação pelo outro. As pressões cotidianas tendem a aumentar nossa ansiedade, as preocupações com o trabalho, a família, o relacionamento com as outras pessoas, preocupações financeiras e tantas outras acabam somando-se. O estresse, muitas vezes, é expresso através da ansiedade.

A psicoterapia é uma das ferramentas que temos para tratar da ansiedade quando ela começa a nos prejudicar, seja pela sua intensidade, seja pelo tempo delegado à ela, seja pelo sofrimento gerado.

A psicoterapia cognitiva comportamental vem mostrando resultados positivos no tratamento da ansiedade. Nela há atividades que são realizadas dentro ou entre as sessões e o aprendizado de certas habilidades e comportamentos, específicos para cada caso. Durante a psicoterapia a pessoa vai entender melhor como a ansiedade funciona e aprender modos de administrá-la. A psicoterapia vai enfocar tanto as causas como os sintomas da ansiedade, agindo sobre ambos.

Com a ajuda atenta do psicólogo, a pessoa vai aprendendo a diminuir sua ansiedade, descobrindo novos modos de enfrentar as dificuldades e modificando as crenças que estão por trás dela. O psicólogo vai procurar junto com a pessoa quais os pensamentos negativos que a levam a sentir ansiedade e buscar mudar esses pensamentos e os comportamentos que estão ligados a eles.

Muitas situações podem causar ansiedade e serem trabalhadas na psicoterapia, principalmente aquelas que põe em cheque nosso senso de segurança, confiança e previsibilidade, como por exemplo:

– dificuldade em se fazer uma escolha;

– dificuldade em solucionar problemas;

– preocupação sobre como comportar-se em determinadas situações ou frente às outras pessoas;

– falta de definição de objetivos profissionais ou pessoais;

– receio do que pode acontecer em uma situação desconhecida ou inesperada;

– falta de habilidade para administrar melhor seu tempo;

– medo de perder pessoas queridas ou coisas importantes para si;

– perda real ou danos no relacionamento amoroso ou outros tipos de relacionamento;

Os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do estresse pós traumático, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, fobias específicas) também giram em torno do mote segurança – medo de causar danos a si ou aos outros ou de que algo de ruim aconteça a si mesmo ou aos outros.

Geralmente, a ansiedade no trabalho costuma girar em torno do relacionamento com superiores, subordinados ou colegas, da pressão para obtenção de resultados, da competição, da falta de delimitação nas tarefas ou falta de especificação, entre outros.

Independente dos temas abordados, a psicoterapia cognitiva comportamental visa o controle da ansiedade e a melhora na qualidade de vida da pessoa.